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Canil Lilou Simon
Venâncio Aires
Rio Grande do Sul

(51)99767-8800

E-mail: liloucanil@gmail.com

Usamos e Recomendamos:

 “Por trás de um véu de pelos lisos estão escondidos um par de olhos ovalados e escuros, que segundo a lenda, cada vez que te olham revelam um segredo diferente das montanhas do Tibet.”

O LHASA APSO

A raça tem uma personalidade bem diferente da maioria dos "pequenos peludos", que em geral são dependentes do dono, hiperativos e barulhentos.

O Lhasa Apso é o mais reservado entre eles. Justamente por seu excelente temperamento, ele é o cãozinho de pequeno porte mais indicado para quem mora em apartamento e/ou passa a maior parte do dia fora. A raça se adapta muito bem a ficar horas sem companhia, são independentes e tranquilos.

Quando adulto, é um cão profundamente quieto, calmo, e não costuma ser roedor. É capaz de ficar horas e horas deitado perto de seu dono. Muito higiênico, só faz suas necessidades nos locais apropriados0. Nunca "suja " o lugar onde come ou dorme. é um cão que gosta muito de carinho, mas não o exige do dono , é de caráter alegre, cheio de segurança, mas prudente e levemente desconfiado com desconhecidos.

O filhote demora até um mês para adotar definitivamente um dono no novo lar e demonstrar alegria ao vê-lo. Não basta a pessoa alimentar, cuidar e dar banho. Tem que ganhar a simpatia do cão. Uma vez eleito o dono, esse passa a ser o grande amor da vida dele. O Lhasa filhote é brincalhão e espontâneo. Gosta de correr atrás de bolinhas e procurar coisas para se divertir sozinho. Aceita bem brincadeiras com pessoas da casa. Eles vão acalmando mês à mês e com 1 ano muitos exemplares já tem a tranqüilidade típica da raça, enquanto outros, permenecem com o espírito de filhote mais tempo.

 

História da Raça

O Lhasa Apso é uma raça antiga, criada durante séculos pelos nobres e monges do Tibete. “Lhasa” é o nome da cidade sagrada da região e “Apso” poderá ter origem em “leão”, devido ao seu papel de protetor de templos.
É considerado um cão sagrado na sua Terra Natal. Os tibetanos acreditam que a alma de um homem virtuoso descansa no seu animal preferido, depois de morrer.
Como sentinela de templos e mosteiros, dando o sinal quando há presença de desconhecidos, o Lhasa Apso é tido como um amuleto de boa sorte, mas teria de ser oferecido, não podia ser comprado. Assim, estes cães permaneceram desconhecidos do resto do mundo até ao início do século XX. Por volta da década de 20 do século passado, Dalai Lama começou a procurar apoios internacionais para a causa tibetana e ofereceu alguns cães desta raça como presente a diplomatas, sobretudo a britânicos. E o Lhasa começou a ser conhecido como uma raça exclusiva dos nobres.

A raça só se tornaria conhecida nos Estados Unidos uma década mais tarde. A partir disso, a popularidade foi imediata e em 1935 já tinha sido reconhecida pelo AKC, apesar de ter sido mal classificado como Terrier.

A raça foi trazida para o Brasil por volta de 1966 e atualmente é um dos cães mais queridos entre os Brasileiros.

 

 


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